DIVISÃO DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL

UFU (Universidade Federal de Uberlândia)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

     
>> REGIMENTO

Do Gerente da Divisão

Art. 1 – O cargo de Gerente da Divisão será ocupado por profissional do corpo de vigilantes e que tenha conhecimento e capacidade técnica indispensáveis ao desempenho das atividades pertinentes ao cargo e que esteja atuando na função de vigilante. Eleito democraticamente em assembléias realizadas pelo corpo de viglilantes através de voto secreto com mandato de quatro anos, podendo ser reconduzido a novos mandatos, desde que, seja novamente eleito.  

Art. 2 – A escolha será por votação direta, secreta e universal, pelo corpo de vigilantes.

Art. 3 – O candidato ao cargo de gerente deverá atender os seguintes critérios:

     a)  Deverá ser do corpo de vigilantes;

b)  Pertencer ao quadro de vigilantes por mais de dois (02) anos na função;

c)  Ser portador de certificado de conclusão do segundo grau.

d)  Que esteja atuando na função de vigilante no mínimo 10 anos, ou 03 no cargo efetivo de encarregado.

Art. 4 - Quanto ao Gerente da Divisão compete:

a)  Dirigir com competência e com os meios disponíveis, a Divisão de Vigilância e Segurança Patrimonial;

b)  Coordenar e supervisionar a execução do serviço de segurança na área da UFU;

c)  Reunir-se, quando necessário, com os encarregados, a fim de tomar conhecimento dos problemas e dificuldades vivenciadas na execução do serviço;

d)  Visitar e/ou reunir-se, quando necessário, com os Diretores, Gerentes e/ou Chefes de unidades universitárias onde estão sendo prestados os serviços de vigilância e segurança, a fim de estar ciente dos problemas existentes na área de execução do serviço;

e)  Manter e exigir um clima de bom relacionamento e cooperação entre os servidores do setor;

f)  Zelar pelo fiel cumprimento de todas as normas existentes no Serviço de Vigilância e Segurança Patrimonial;

g)  Só permitir o uso de armamento, se o vigilante houver participado de treinamento de tiro e aprovado no exame psicológico, realizado durante o curso de treinamento de vigilantes;

h)  Manter contato constante com a Administração da Instituição, conscientizando-a do andamento do serviço, como também apresentando sugestões para uma maior eficiência do Serviço de Vigilância e Segurança Patrimonial;

Do Encarregado de Turno

Art. 5 – Para ocupar o cargo de Encarregado de Turno:

I – O candidato deverá ser eleito em Assembléia Geral dos vigilantes, para mandato de dois anos, podendo ser reconduzidos a novos mandatos, desde que, sejam novamente eleitos;

II – Ocuparão o cargo, os mais votados em Assembléia;

III – A votação será direta, secreta e universal, obedecendo aos seguintes critérios:

a)  O candidato deverá ser do corpo de vigilantes;

b)  Pertencer ao quadro de vigilantes por mais de dois anos na função;

c)  Ser portador do certificado do primeiro grau.

 
IV – A eleição para Encarregado de Turno acontecerá a cada dois (02) anos, em Assembléia Geral, pelo processo de votação, conforme  Art. 5.

V Os novos encarregados eleitos assumirão o cargo um mês depois de realizada eleição.

VI – Será feita avaliação dos encarregados anualmente, pelo corpo de vigilantes.

VII – Caso um dos encarregados não passe pela avaliação (não seja aprovado), seu cargo será posto à disposição e haverá nova eleição para substituí-lo imediatamente.

VIII – Para assumir o cargo de Encarregado, o candidato deve agir com decoro, ser respeitoso e cordial no trato com colegas de trabalho e comunidade em geral.


Art. 6 - Quanto ao Encarregado de Turno Compete

I – Participar e auxiliar o gerente na distribuição dos vigilantes na confecção de escala de serviços;

II – Substituir o gerente na ausência do mesmo;

III – Para substituição do gerente da vigilância (em caso de férias, licença médica, viagem, etc...), os encarregados, juntamente com o gerente, deverão fazer reunião para a escolha daquele que o deverá substituir até seu retorno;

IV – Supervisionar e exercer chefia direta das atividades dos vigilantes durante seus turnos de trabalho;

V – Fiscalizar as ações desenvolvidas e o decoro profissional do corpo de vigilantes;

VI – Distribuir imparcialmente função aos vigilantes no seu turno de serviço, orientando os mesmos quanto às incumbências do setor em que irá trabalhar, assim como o revezamento nos postos de serviço;

VII – Verificar e cobrar postura dos vigilantes durante o serviço;

VIII – Comunicar-se com a chefia, sempre que se fizer necessário, visando melhor desempenho e eficiência operacional;

IX – Informar-se diariamente sobre as recomendações rotineiras ou extraordinárias a serem observadas, transmitindo-as aos vigilantes sob sua orientação;

X – Comunicar ao seu sucessor as alterações ocorridas em seu turno de serviço, especialmente às que exigirem continuidade em sua execução;

XI – Conferir e distribuir as armas, informando imediatamente à Gerencia, qualquer alteração ou irregularidade verificada;

XII – Estar sempre sóbrio e chegar com 15 (quinze) minutos de antecedência, para assumir o Turno;

Do Vigilante

Art. 7 – Quanto às atribuições do Vigilante

I – Executar a segurança do estabelecimento em que prestar serviços, nos locais e horários designados pelo encarregado e, ou gerente da vigilância;

II – Agir com respeito e cordialidade no trato com colegas de trabalho, funcionários e comunidade em geral, mantendo atitude, postura e comportamentos condizentes com o decoro da profissão;

III – Atender à autoridade policial que necessitar de sua colaboração;

IV – Permanecer no seu posto de serviço, não se afastando do local, a não ser nos seguintes casos:

a)     Para conduzir presos ou detidos;

b)     Em perseguição a suspeitos;

c)     Para socorrer alguém ou pedir ajuda;

d)     Com autorização do encarregado.

V – No final do horário de trabalho, o vigilante deve, passar o revólver ao seu substituto ou recolhe-lo, de acordo com as normas ou recomendações existentes, porquanto seu uso só é permitido em serviço;

VI – Esforçar-se para aperfeiçoar seus conhecimentos profissionais, de modo a poder prestar um bom serviço;

VII – Procurar esclarecer-se sobre dúvidas quanto ao serviço com o seu chefe direto, ou com o vigilante responsável pelo local onde estará recebendo o serviço;

VIII – Em serviço, estar sempre sóbrio e chegar com pontualidade para receber armamento e observações concernentes ao local de trabalho, comunicando, com antecedência necessária, a eventual impossibilidade de comparecer ao mesmo;

IX – Cumprir as determinações recebidas e executá-las de acordo com as exigências de serviço;

X – Ser reservado no trato de assuntos relacionados ao serviço;

XI – Tomar conhecimento, com antecedência, da escala de serviço e das instruções existentes;

XII – Zelar pelo material, instalações, mobiliário e outros bens do estabelecimento e pela conservação de seu armamento, munição e equipamento;

XIII – Procurar conhecer as pessoas do estabelecimento onde trabalha;

XIV – Somente recorrer ao uso da arma em legítima defesa;

XV – Fazer sentir que sua presença no local de trabalho é útil, tendo por finalidade básica a atuação preventiva;

XVI – Comparecer à instrução de atualização e aperfeiçoamento, objetivando melhoria dos conhecimentos profissionais;

XVII – Identificar as pessoas suspeitas dentro do recinto em que servir;

XVIII – Agir prontamente, na ocorrência de fato anormal, como incêndio, desordens internas, homicídio, espionagem, sabotagem, desabamento, assalto ou qualquer outra ação criminosa;

XIX – O vigilante deverá, em serviço, estar sempre uniformizado e portando credencial de identificação da Instituição;

XX – Controlar o tráfego de veículos na área do Campus (em casos excepcionais);

XXI – Isolar e identificar áreas nos campus, onde venham acontecer eventos e/ou concursos;

XXII – Fazer o controle de chaves de prédios e/ou unidades da Instituição.


Comissão de Apoio Administrativo à Vigilância.

Art. 8 – A escolha da comissão deve ser em Assembléia Geral dos vigilantes obedecendo tais critérios:

I – será composta por cinco (05) pessoas;

II – os membros da comissão devem ser eleitos por votação em assembléia, obedecendo às normas adotadas para Encarregado de Turno, Art. 5;

II – o candidato a membro da comissão deve ser do quadro efetivo por mais de dois (02) anos;

III – ser portador do certificado do primeiro (1º) Grau de Instrução.

Art. 9 – Da comissão de Apoio Administrativo à Vigilância compete:

I – Constituir uma comissão com número ímpar, (mínimo três e máximo cinco) de participantes, sem remuneração, para discutir, planejar e acompanhar ações que envolvam os membros da Divisão de Vigilância, tais como:

II – Participar de comissões de inquéritos quando envolvidos membros da vigilância;

III – Participar de comissões de inquéritos quando se tratar de roubos, desaparecimento de objetos que estejam sob a responsabilidade da vigilância;

IV – Participar das discussões e formulações de questões para preenchimento de novas vagas no quadro da vigilância (concurso público e seleção dos candidatos às vagas);

V – Auxiliar o Gerente da Divisão quando este necessitar, no que se refere à elaboração de projetos relacionados à segurança, elaboração de escala, etc...


Serviços de Apoio

Art. 10 -  A escolha de preenchimento de vagas aos serviços de apoio ficam a cargo da PROREH e do Gerente da Divisão:

Art. 11 – São cargos de Apoio da Vigilância:

I – Secretário (a);

II – Porteiros (a).


Art. 12 – Ao serviço de Apoio da Vigilância compete:

  I – Secretaria:

       a)     Arquivar documentos;

       b)     Confeccionar escala de serviços;

       c)     Expedir documentos;

       d)     Fazer atas das reuniões da vigilância;

       e)     Processar todas as tarefas que exigirem digitação;

       f)     Secretariar nos serviços diversos.

  II – Porteiros:

        a)     Não permitir entrada de pessoas estranhas aos recintos,
  sem antes os identificar;

       b)     Orientar a entrada e saída de pessoas nas Reitorias e
  Campi Universitários;

       c)     Entregar e receber chaves das diversas repartições da
  Instituição;

        d)   Podendo desenvolver outras atividades de segurança,
        deve fazê-lo, de acordo com orientações da Gerência da
        Divisão.
 

 

 
 
       
 

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